| em 10 outubro 2009

Porque Jesus veio ao mundo?

Billy Grahan comparou a situação entre Deus e o homem, após a queda do pecado, como uma situação em que você, um ser humano, criou aquela minúscula criatura chamada formiga. E, sendo o criador dela, você amava a pequena formiga e cuidava dela. Um dia, você viu que a formiga caminhava direto para a morte. Logo, o que você poderia fazer? Como você poderia avisa-la de que, se continuasse por aquele caminho, fatalmente morreria?


Os problemas eram avassaladores. Em primeiro lugar, a formiga não pensa como você pensa. Em segundo lugar, ela não pode ouvi-lo. Em terceiro lugar, ela não pode vê-lo. Em quarto lugar, a formiga não pode compreende-lo. Se você tentar tocar nela, você poderá até mata-la. Se você puser sua mão defronte dela, ela subirá pela sua mão e continuará avançando. O que você poderia fazer?

A única coisa a fazer seria você tornar-se uma formiga e dizer-lhe: “Não siga por esse caminho, ou você morrerá. Siga a mim”.

Quando pensamos no Senhor Jesus, devemos tentar compreender que Ele é muito mais do que o homem limitado que o mundo pode ver com os olhos naturais - ainda que seja um homem miraculoso. Se você conceber Jesus apenas como um homem, então nem ao menos terá começado a perscrutar o ser ilimitado que Ele é. Sim, Ele disse que Ele é a “porta” , mas o que existe por detrás da porta? Essa é uma pergunta excitante, e você e eu ainda temos muita coisa pra descobrir nesse sentido.

Mas o Senhor, no decorrer dos séculos, vem revelando a sua pessoa, um pouco de cada vez, por meio de vários homens. O começo da epístola aos Hebreus (1. 1-3) manifesta-se como segue:

Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas.

No começo, Deus revelava a si mesmo uma gota de cada vez, através da boca dos homens. Cada qual recebia uma revelação, uma palavra, um sermão, se você assim preferir: Enoque, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés, Josué, Calebe, Gideão, Davi, Salomão, e assim por diante, até João Batista.

Mas chegou o dia em que Deus como que disse: “Não vamos mais falar por meio da boca de algum ser humano. Vamos tornar-nos visíveis e falar.” Então, “o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do pai” (Jo 1. 14, V. R.).

E assim nos foi oferecida a ilimitada revelação que chamamos de Jesus, embora ainda assim não pudéssemos ver essa revelação senão com nossas mentes naturais. Mas Paulo ensinou-nos que temos recebido o Espírito de Deus. Mas, então, acrescenta: “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura [...] porque elas se discernem espiritualmente [...] Mas nós temos a mente de Cristo” (1Co 2. 14-16)

Assombroso!

À proporção que você andar com o Espírito, vivendo em sua presença, ungido com seu poder, você notará que compreende cada vez mais o seu ilimitado Senhor e Salvador, o grande EU SOU. Você receberá um toque da parte do Senhor, e então clamará: “Toca novamente em mim”. Você não ficará satisfeito com o toque recebido ontem e verá que o tempo todo você estará dizendo: “Mais uma vez; por favor, apenas mais uma vez”. Cada revelação fará você tornar-se mais faminto de outra revelação.

Talvez você acabe pedindo: “Chegarei algum dia ao fim da revelação de tua pessoa?” E Ele responderá: “Nunca!” Uma revelação é apenas o começo da próxima.

HINN, Benny – A Unção – Editora Bom Pastor – 1992.



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