| em 26 fevereiro 2010

Micoses e Frieiras: Proteja-se delas


O verão quando chega, sempre vem a vontade de praticar esportes, de ir à piscina e à praia. É nessa época também que os problemas com micoses de pele aumentam, pois seus causadores, os fungos, se proliferam com a umidade e o calor, embora possam se instalar no corpo durante todo o ano. Os fatores que influenciam no surgimento das micoses neste período são a maior exposição ao calor; o fato das pessoas andarem mais descalço na areia, na piscina, e em lugares úmidos; e o fechamento dos poros devido ao uso de bronzeadores e hidratantes, o que aumenta o calor e umidade na pele.

Veja algumas dicas para evitar o surgimento destas micoses:

• Após o banho, enxugue-se bem, principalmente nas áreas de dobras, como o espaço entre os dedos dos pés e a virilha.

• Não use por períodos prolongados calçados que abafem muito os pés, como tênis.

• Procure não ficar muito tempo com a roupa de banho molhada.

• Escolha sempre roupas íntimas de fibras naturais, como o algodão. As sintéticas prejudicam a transpiração.

• Ao freqüentar banheiros públicos, evite estar descalço. Use sandálias durante o banho para evitar contato com o piso.

MICOSES MAIS COMUNS

Micose de pele - causada em geral pelo contato íntimo com portadores ou animais, aparece nas porções da pele onde não há pêlos. Em geral, apresenta uma coloração vermelha e é sobrelevada.

Frieira - causada por fungos que se desenvolvem mais facilmente pelo uso de sapatos fechados por longos períodos e por excesso de umidade. A pele entre os dedos dos pés fica descamada, às vezes com cortes e coceira de intensidade variável.

Micose de praia - causada por um fungo que se prolifera melhor em ambientes quentes e úmidos, e em pessoas predispostas. Apresenta-se sob a forma de manchas, normalmente brancas, e que geralmente localizam-se no pescoço, no tórax, nas costas e nos braços, e apresentam uma descamação fina.

Micose de virilha - causada por fungos que se proliferam na virilha das pessoas que ficam durante períodos prolongados com roupas úmidas.


Tratamento - Procurar um médico com regularidade e, principalmente, aos primeiros sinais da doença é fundamental para que ele possa indicar o melhor tratamento para cada caso. Somente o médico deverá orientar o paciente em relação aos procedimentos adequados e ao uso de remédios.
Na maioria dos casos, o tratamento local é suficiente. Nas lesões mais extensas e recorrentes, muitas vezes é necessário um tratamento com antifúngicos por via oral, sempre com controle clínico e laboratorial.

Prevenção - Em se tratando de infecções com certo grau de contágio, deve-se evitar o contato com as lesões. A predisposição pessoal para a manifestação do quadro sugere que se evitem fatores desencadeantes, como umidade local e calor excessivo. Doenças imunodebilitantes (diabetes) devem ser controladas.
Alguns cuidados adicionais devem ser adotados com relação ao contato com animais de estimação, ao uso de lava-pés de piscinas e saunas e a andar descalço em pisos úmidos ou públicos.
(revista.lsf.com.br)

Fonte: www.jornalbemestar.com.br



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