| em 26 março 2010

Um casamento à prova de infidelidade

No Senhor, todavia, nem a mulher é independente do homem, nem o homem, independente da mulher. Porque como provém a mulher do homem, assim também o homem é nascido da mulher; e tudo vem de Deus. ICo 11.11-12

A infidelidade conjugal é a maior responsável pelo aumento do número de divórcios. Por esse motivo, os casais devem ter a preocupação de desenvolver um relacionamento que resista às tentações da infidelidade. Vamos olhar em ICo 11. 8, 9, 11 e 12: “Porque o homem não foi feito da mulher, e sim a mulher, do homem. Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, e sim a mulher por causa do homem. (...) No Senhor, todavia, nem a mulher é independente do homem, nem o homem, independente da mulher. Porque como provém a mulher do homem, assim também o homem é nascido da mulher; e tudo vem de Deus. Esse texto mostra que o casal não deve viver separadamente, independente um do outro. Deus criou a família para suprir as necessidades e carências dos seus membros. Porque quando as necessidades do homem ou da mulher não são satisfeitas dentro de casa, um ou outro pode começar a procurar fora alguém que as satisfaça.

Maria era uma jovem muito sonhadora, ela esperava encontrar seu príncipe encantado. Certo dia, Maria conheceu Sérgio. Ele era um rapaz moreno, bonito, alto, tinha olhos verdes, era forte e calado. Maria ficou apaixonada! Algum tempo depois se casaram. Quatro meses depois, Maria notou algo estranho no seu marido: cada vez que ela chegava perto dele querendo um abraço, um beijo, um carinho, ele já queria leva-la para cama. O que ela realmente queria era simplesmente o suprimento de uma necessidade emocional e, não necessariamente, uma relação sexual. Ele também chegava do trabalho emburrado, preocupado e não conversava com ela. Ele só sabia de leva-la para cama. Maria estava morrendo por falta de carinho e afeição. Na empresa onde Maria trabalha, ela conheceu Osvaldo. Osvaldo não era bonito como Sergio. Mas, Osvaldo era um homem comunicativo, carinhoso, atencioso, falava palavras carinhosas no serviço e de vez em quando deixava uma rosa na mesa de Maria. Maria se apaixonou! Já devem saber como tudo isso termina...
Entendam bem, eu não estou justificando o adultério, não estou sugerindo que, se nós não temos nossas necessidades supridas devemos largar nosso cônjuge por outro, de jeito nenhum. Mas eu, só estou explicando o que acontece em centenas e milhares de casos.

Leia (I Co 7.10-15 - Rm 7.1-3)

Quando a esposa é insatisfeita dentro do seu relacionamento conjugal, quando ela tem necessidades e carências não supridas pelo marido ou pela esposa, a grama parece mais verde no outro lado da cerca. Ao ver a grama do outro lado esta lhe parece bastante gostosa, bastante verde, bastante bonita. Mas desenvolver um relacionamento à prova de infidelidade é cuidar da grama do seu quintal. E como cuidar da grama do seu quintal, para que ela seja bonita, e não haja tentação de pular a cerca? – Esta é então a palavra que eu tenho: não devemos ser egoístas querendo somente que a nossa necessidade seja suprida, mas quando nós nos procuramos em suprir as necessidades e carências do nosso parceiro(a), então nós estamos cuidando da grama do nosso quintal. Evitando que a infidelidade assole nosso casamento.

KEMP, Jaime – Família idéia de Deus – Ed Grafe



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