| em 26 maio 2010

Nutrientes que contribuem para a saúde sexual do homem

A ingestão de nutrientes como ácido fólico, encontrado em alimentos como o brócolis e espinafre, e de zinco, presente sobretudo nas ostras, eleva a fabricação das células sexuais masculinas. A afirmação é a conclusão de um estudo da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva sobre os impactos da alimentação na produção de espermatozóides.

Durante 26 semanas, 103 homens considerados inférteis complementaram dietas com doses extras desses nutrientes. No fim, os médicos observaram um aumento de 74% no número de espermatozóides. Os estudiosos entenderam que o zinco facilita a absorção do ácido pelo organismo.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), Durval Ribas Filho, uma alimentação rica nessa vitamina do complexo B é fundamental para a multiplicação celular, a qual resulta no aumento na produção dos espermatozóides. O presidente afirma ser simples aumentar a ingestão de ácido fólico. “Verduras de folhas verdes, como o espinafre, podem conter até 100 microgramas do nutriente por porção”, diz.

A pesquisa constatou melhora na fabricação de células sexuais masculinas, mas não testou se as mesmas eram boas ou ruins. Pelos padrões da Organização Mundial de Saúde, o reprodutor adequado apresenta mais de 20 milhões de espermatozóides por mililitro de sêmen.

Baseados em um estudo, especialistas da Universidade da Califórnia sugeriram que uma dieta composta pelo ácido membro do complexo B pode proteger homens contra a produção de espermatozóides com anormalidades nos cromossomos. No caso, os profissionais analisaram amostras de 97 homens saudáveis e não-fumantes. A faixa etária deles era entre 22 e 80 anos.

Depois de levar em conta fatores como idade, consumo de bebidas alcoólicas e histórico médico, os cientistas constataram que os homens com maior ingestão de ácido fólico tinham um nível 19% mais baixo de espermatozóides com número anormal de cromossomos em relação aos que ingeriram uma quantidade moderada do nutriente e 20% menor em relação às cobaias com baixa ingestão dessa vitamina do complexo B.

Fonte: sentirbem.uol.com.br



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