| em 02 maio 2010

Viva uma estação de cada vez

Um homem morava no deserto e tinha quatro filhos ainda adolescentes. Querendo que seus filhos aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos, os enviou para uma terra onde tinha muitas árvores. Mas ele os enviou em diferentes épocas do ano. O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono. Quando o último deles voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto.

O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo. O segundo filho discordou e disse que na verdade as árvores eram muito verdes e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro. O terceiro filho disse que eles estavam errados, porque elas estavam repletas de flores com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa. Já o mais novo discordou de todos e disse que as árvores estavam tão cheias de frutos que até se encurvavam com o peso, passando a imagem de algo cheio de vida e substância. Aquele pai então explicou aos seus filhos adolescentes que todos eles estavam certos. Na verdade, eles viram as mesmas árvores em diferentes estações daquele mesmo ano. Ele disse que não se pode julgar uma árvore ou pessoas por apenas uma estação ou uma fase de sua vida.
Ele explicou que a essência do que elas são: a alegria, o prazer, o amor, mas também, as fases aparentemente ruins que vem daquela vida só podem ser medidas no final da jornada, quando todas as estações forem concluídas. Se você desistir quando chegar o "inverno", você vai perder as promessas da primavera, a beleza do verão e a plenitude do outono.

Quando pensamos em inverno é comum lembrarmos de frio e tempestades. A visão de um barco açoitado pelas ondas e pelo vento nos traz claramente uma comparação com as aflições que passamos em nosso cotidiano: problemas financeiros, familiares, emocionais, entre outros. Geralmente quando passamos por tais momentos, a tendência é que sejamos tomados por sentimentos que querem nos sufocar, tais como; medo, desespero, angústia, ansiedade, dos quais Satanás se aproveita para querer nos afogar. A experiência dos salva-vidas diz que muitas pessoas morrem afogadas porque se deixam tomar por um desespero de tal forma que, mesmo aquelas que sabem nadar, acabam por serem tragadas pelas águas. E muitas vezes o que acontece é que, pelo desespero, aquele que estava tentando salvar pode até morrer junto. Por isso, fazem treinamento para salvar sem serem massacrados pelo que está se afogando.

Traçando um paralelo com o mundo espiritual, podemos dizer que muitos cristãos apesar de saberem nadar, ou seja, apesar de conhecerem a palavra e as promessas de livramento do Senhor, se permitem envolver com as águas ao seu redor e não se posicionam para viverem a bonança (calmaria), e, vez em quando, ainda levam outros junto com seu peso e seu desespero.

Hoje é tempo de recebermos a unção do Espírito Santo de Deus e nos posicionarmos para passarmos ilesos pela tempestade em nome de Jesus!
Não permita que a dor de apenas uma "estação" destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida por apenas uma fase.

A felicidade mantém você doce. Dores te mantêm humano. Quedas te mantêm humilde. Sucesso te mantém brilhando. Provações te mantêm forte, mas somente Deus te mantém prosseguindo.

Fraternalmente em Cristo,

Pr. Jeferson Monteiro (Igreja Batista Monte Hermom em Teresópolis)

Fonte: www.igeva.com.br/



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