| em 20 novembro 2012

Casais que se guardam até o casamento são mais felizes

Intimidade somente após o casamento ajuda na felicidade do casal

A necessidade de manter-se em castidade até o casamento é uma das orientações da Palavra de Deus. Um estudo, feito com duas mil pessoas, pela Associação Americana de Psicologia, confirma que essa é a melhor decisão para alcançar a felicidade e a estabilidade conjugal. A pesquisa sugere que os casais devem esperar a consumação do matrimônio para ter intimidades.



Foto: Reprodução

A DISCUSSÃO SOBRE A NECESSIDADE de o jovem guardar a virgindade até se casar é antiga, mas o que pouco se debate é a importância de uma pessoa que já teve experiência sexual manter a castidade até o matrimônio. Porém, a Palavra de Deus aborda as duas questões, e o que Ela ensina é, agora, confirmado pela psicologia: um estudo feito com 2 mil pessoas, publicado no Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia, sugere que casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento têm relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida íntima mais satisfatória.

Segundo a pesquisa, pessoas que optaram pela abstinência até a lua de mal deram notas 22% mais altas para estabilidade de sua relação do que as demais, e notas 20% maiores para a satisfação com a vida conjugal - sendo 15% mais elevadas nas questões referentes à qualidade de vida sexual e 12% superiores na comunicação entre os cônjuges.

Lua de mel antes do tempo não dá segurança

Para a psicóloga Denise Pereira, o relacionamento íntimo antes da noite de núpcias tende a transmitir uma falsa sensação de segurança, pois, nesse caso, o sexo deixa de ser um fator surpresa e de possível decepção. Ela ressalta que o fato de ter afinidade sexual não significa felicidade ou estabilidade entre o casal.

“Acompanhei alguns casos em que os cônjuges, apesar de se entenderem bem nessa área pessoa, apresentavam conflitos em outros aspectos, inclusive na comunicação, e que o ‘ótimo’ relacionamento sexual não era capaz de sustentar a união”. Isso reflete uma verdade existente na vida a dois: quando os casais não vão bem fora do sexo, tendem a contaminar o leito.

A prática sexual é um aspecto importante em um casamento, mas não consiste no único ou principal fator para o sucesso conjugal. De nada adiantará um maravilhoso relacionamento íntimo se, fora dele, o casal ‘viver em pé de guerra’, observa Denise.

O Pr. Glauber Morare lembra: “Há tempo para todo propósito debaixo dos céus (Eclesiastes 3.1b). Quando entendemos e respeitamos essa orientação divina, alcançamos a felicidade. Volto a dizer: uma pessoa não precisa fazer test drive para ver se, sexualmente, será realizada, pois Deus faz as coisas perfeitas! Esse discurso mundano é tão furado que, se o sexo antes do casamento garantisse algo, o número de divórcios não estaria crescendo”, declara. De acordo com o pastor, a abstenção sexual antes do casamento é sinal de inteligência, e também do respeito e obediência, por parte do homem, a Deus e ao seu futuro cônjuge.

A vida fica melhor em vários aspectos

A psicóloga Denise Pereira enfatiza que esperar para fazer sexo com o cônjuge interfere de forma significativa na relação, tomando proporções que vão além do ato sexual. “À medida que o indivíduo consegue lidar com as pressões intensas - o desejo; afinal, o ser humano é sexuado, e o corpo responde quando é estimulado - e externas - do companheiro, da sociedade, da estimulação da mídia para ter uma vida sexual ativa etc -, esse aprendizado de expande para as demais áreas da vida, levando-o a lidar melhor com limites e frustrações. Isso contribui para um aumento nos níveis de tolerância em todos os sentidos”, observa.

Leia também: Sexo: quem ama espera! Você está disposto?

Jornal impresso Show da Fé | Ano 6 - Nº 62



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