| em 10 maio 2014

Benefícios do amor entre avós e netos!


Dez ótimas razões para os netos conviverem com seus avós. Mas o puro sentimento que pode existir entre eles já seria motivo suficiente.


Como os avós não tem responsabilidade de educar os netos, o relacionamento com os pequenos costuma ser leve e divertido. Se deixam as crianças fazerem coisas que os pais proíbem, basta uma boa (e amorosa) conversa para que todos os lados ganhem com essa relação.


As vantagens para as crianças


1. Aumenta o amor-próprio

Uma das melhores estratégias para fazer uma criança gostar de si mesma é enchê-la de mimos e elogios, certo?


2. Dá sensação de proteção

O amor incondicional dos avós, sem as obrigações da maternidade, aconchega meninos e meninas.


3. Fortalece os vínculos familiares

Dar e receber carinho ajuda no desenvolvimento afetivo e na formação da personalidade dos pequenos.


4. Estimula a cumplicidade

Longe das cobranças comuns na relação entre pais e filhos, a criança e o adolescente às vezes ficam mais à vontade para se abrir com os avós. Só é preciso estar atenta para que a natural diferença de idade entre eles não renda conselho antiquados e fora da realidade dos jovens de hoje.


5. Ensina a respeitar os idosos

A companhia de pessoas mais velhas é uma ótima maneira de a criança aprender a aceitar as diferenças e respeitar as limitações dos outros.


As vantagens para os pais


6. Proporciona segurança

Eles sabem que a criança está com gente de confiança, podendo trabalhar ou se divertir em paz.


7. Permite compartilhar a educação dos filhos

A oportunidade de trocar experiências com quem viveu mais do que a gente diminui boa parte das angústias maternas e paternas.


As vantagens para os avós


8. Afasta a depressão

O contato com a molecada distrai e pode devolver a alegria da juventude.


9. Melhora a autoestima

Com o objetivo de cuidar dos pequenos (ajudando os próprios filhos), eles podem se sentir mais úteis.


10. Turbina a saúde

O carinho e a atenção dos netos aumentam a sensação de bem-estar.


Por Beatriz Levischi

Fonte: Revista Ana Maria, Nº 860 | www.revistaanamaria.com.br



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